Utopia não morre

Eu ouço um grito

Aflito, silencioso

Invisível e não ouso;

Escuso o ínclito.

 

Tentei destruir

Na cálida noite

O frígido açoite

A me afligir.

 

Primavera fria

O suor escorre

Tudo transcorre

 

Com muita euforia

Não mata, nem morre

O prazer da utopia.

 

(Luiz Carlos da Cruz – Cascavel 24 de agosto de 2018)

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