Projeto visa à utilização da energia renovável do Aterro para abastecer veículos do transporte coletivo

Na manhã desta quarta-feira (17) o presidente da Cettrans (Companhia de Engenharia de Transporte e Trânsito), Alsir Pelissaro, e representantes da empresa Eletra – Tecnologia de Tração Elétrica de São Bernardo do Campo – SP atenderam a imprensa em coletiva para apresentar um futuro projeto que beneficiará o meio ambiente e o transporte coletivo urbano do Município.

deia foi detalhada à imprensa nesta manhã pelo presidente da Cettrans e a empresa que faz o estudo (Foto;Secom)

A ideia é utilizar a energia renovável por meio do Aterro Sanitário de Cascavel, a qual produzirá energia suficiente para abastecer até dez carros que contemplam o transporte coletivo, além de contribuir para a redução de poluentes na área urbana. “Sendo 100% nacional, esta renda de energia renovável é produzida desde 1999 pela nossa empresa, trazendo solução para a mobilidade urbana, além da qualidade no serviço e de vida para a população”, explica o diretor da Eletra, José Antonio do Nascimento.

Como Cascavel já está investindo em ciclovias, ciclofaixas, no transporte coletivo, no pedestre e paisagismo, uma das visões de futuro é que cada vez mais a população utilize diferentes meios de transporte, os quais contribuem para o meio ambiente e a saúde. “A previsão para 2030 é de mais de 300 mil veículos transitando em nossa cidade, e o espaço urbano continuará o mesmo, mas sem possibilidades de fluidez e estacionamento para tantos; assim, estamos estudando formas de investir e incentivar o uso dos demais modais como a bicicleta, o transporte coletivo e o próprio deslocamento  a pé”, explica Pelissaro.

Hoje também, no início da tarde, o Conselho de Desenvolvimento Econômico Sustentável de Cascavel organizou a apresentação da proposta de transporte coletivo utilizando energias pelos sistemas híbrido, elétrico e baterias, ministradas pelos representantes da Eletra e da Copel, com a presença de representantes da sociedade civil organizada e de órgãos públicos. “Devemos pensar na mobilidade, na acessibilidade, na interligação de modais e também na infraestrutura logística, proporcionando aos cidadãos qualidade e segurança, por isso é de suma importância levarmos a ideia ao conhecimento da comunidade cascavelense”, complementa Pelissaro.

 

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