Pesca no Lago: inventário aponta 11 espécies retiradas pelos 10 mil pescadores

Uma reunião nesta manhã (5) na Secretaria de Meio Ambiente para avaliar a 17ª Pesca no Lago “que neste ano teve muitas novidades, dentre elas a finalidade social de destinar donativos ao Provopar”, conforme relatou o secretário de Meio Ambiente, Juarez Berté, reuniu os parceiros que garantiram o sucesso do evento que arrecadou mais de 11 toneladas de alimentos que serão utilizados nas cozinhas comunitárias do Município.
Uma das novidades dessa edição da pesca foi a parceria com a Unioeste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná) na realização do inventário das espécies retiradas pelos pescadores amadores do Lago Municipal. Durante todo o dia acadêmicos do curso de Ciências Biológicas da Unioeste pesaram, mediram e catalogaram os pescados.
Hoje, durante o café na Secretaria de Meio Ambiente, a professora-doutora da universidade,  Rosilene Luciana Delariva, apresentou o relatório dos trabalhos. Foram registradas 11 espécies. O peixe mais pescado foi o popular curimba ou curimbatá, cientificamente denominado Prochilodontidae, characiformes, a qual predominou entre os três premiados e mais pesados, todos acima de 3,3 quilos.
Também foram pescadas espécies como Piavuçu, Piaussu, Piauçu; Lambari-do-rabo-vermelho, lambari; Traíra; Cascudo-avião; Bagre, jundiá; mussum, pirambóia; acará, cará; acaratinga, cará; Tilápia do Nilo e Tilápia. “Com exceção do bagre, do lambari e da traíra, que são nativos, os demais foram introduzidos no lago quando de sua formação. A surpresa foi um pescador conseguir retirar, com anzol, o Cascudo-avião, mas isso só foi possível porque ele se enroscou no mesmo. Além disso, sentimos falta de terem pescado carpa e pacu, que também estão presentes no nosso Lago”, relatou o coordenador do evento, o gestor ambiental da Secretaria de Meio Ambiente, José Luiz Ferreira.
A primeira-dama de Cascavel e presidente de honra do Provopar, Fabíola Paranhos, representou o prefeito Leonaldo Paranhos na reunião e agradeceu a todos que colaboraram. Disse que todos os donativos são fundamentais para a manutenção das cozinhas comunitárias do Cascavel Velho e do Interlagos, além da arrecadação dos valores com a taxa para uso do espaço público do credenciamento dos vendedores da Praça de Alimentação, que foram fundamentais para a manutenção da entidade. “Fico muito feliz de toda esta parceria e envolvimento de tantos órgãos, que refletiu num evento para tantas famílias se confraternizarem e, ao mesmo tempo, numa finalidade social tão importante como esta”, avaliou
A 17ª edição da Festa no Lago foi realizada após dois anos de intervalo desde a 16ª edição, em abril de 2014, e credenciou 10 mil pessoas. Terminada essa edição, a Secretaria de Meio Ambiente já começa a preparar a próxima, para 2018.

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