Nova célula do aterro deve entrar em operação em 10 dias

O prefeito Leonaldo Paranhos esteve no aterro sanitário, na manhã de hoje, acompanhando o processo de instalação da geomembrana na sétima célula que deve entrar em operação dentro dos próximos 10 dias. A geomembrana garante a proteção do solo e do lençol freático, através da impermeabilização. Depois de ser fixada no solo e ser concluído processo de “solda e vedação”, a membrana é coberta por uma camada de terra que viabiliza o trânsito dos caminhões sem danificar a proteção.
O prefeito Paranhos explicou que ao assumir o Município, em janeiro deste ano, constatou-se o fim da vida útil da célula atual e a falta de licitação e previsão orçamentária para uma nova unidade. “Então, determinamos que fossem utilizados os equipamentos e funcionários da Prefeitura para fazer a nova unidade e compramos apenas a geomembrana. Isso nos possibilito, também, uma economia de quase R$ 400 mil”, relatou o prefeito.
Para Paranhos, a nova unidade deveria ser feita pela empresa que é responsável pela coleta do lixo e pela operação do aterro, porém, “não está previsto no contrato a obrigação da execução deste serviço por parte da empresa”.
A nova célula, de acordo com o prefeito, foi uma “ação emergencial”. Para ele, “enterrar lixo é um retrocesso” e já foram iniciadas discussões com alguns segmentos com proposta diferenciadas para destinação do lixo. “Sempre defendi essa ideia. As prefeituras de algumas cidades da Europa e do Brasil estão vendendo e transformando o lixo em riqueza”, completou.
Capacidade
A nova célula tem 12 mil metros quadrados de área (100m x 120 m) e capacidade para absorver a coleta de lixo por até 18 meses ou cerca de 50 mil metros cúbicos. A geomembrana de PEAD (polietileno de alta densidade) para impermeabilização do aterro custou aos cofres públicos R$ 178 mil.
(SECOM)

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