Investigadores são condenados por peculato e perdem os cargos

Dois investigadores da Polícia Civil em Foz do Iguaçu, no Oeste do estado, foram condenados cada um a 7 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão por peculato e uso de documento falso, bem como à perda dos cargos. A decisão, do Juízo da 2ª Vara Criminal da comarca, atende ação penal proposta pelo Ministério Público do Paraná, por meio da unidade de Foz do Iguaçu do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

Conforme relata o MPPR na denúncia criminal, os fatos ocorreram em setembro do ano passado. Após uma abordagem policial na BR-277, em que encontraram mercadorias ilegais oriundas do Paraguai em um veículo, os investigadores se apropriaram de vários produtos, repassando apenas parte do objeto do flagrante à Receita Federal. A ilegalidade configurou a prática dos crimes de peculato e uso de documento falso. Foi determinado pela Justiça que os réus devem cumprir a pena em regime semiaberto.

Os crimes foram apurados a partir da Operação Amicis, do Gaeco de Foz do Iguaçu. Além do combate à criminalidade organizada, o grupo é o braço do MPPR que atua no controle externo da atividade policial.

(As informações são do Ministério Público)

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Luiz Carlos da Cruz

Jornalista desde 1998 com reportagens publicadas em grandes jornais do Brasil, como a Folha de S. Paulo e Gazeta do Povo. Teve passagens pelos jornais Gazeta do Paraná, O Paraná e Hoje, onde foi editor-chefe, além do portal CGN e Rádio Independência. Fundador dos jornais Boas Notícias e Boa Noite!

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