Gurgacz já está em Brasília, onde cumprirá pena em regime semiaberto

O senador Acir Gurgacz (PDT-RO) já está em Brasília, onde cumpriu uma pena de cinco anos e seis meses em regime semiaberto, após ter sido condenado por fundos de financiamento ao Banco da Amazônia, entre os anos de 2003 e 2004, quando era diretor da empresa de ônibus da Viação Eucatur.

O desembarque do avião da Polícia Federal aconteceu depois das 13h, no Aeroporto Internacional Juscelino kubitschek. Deu, o senador foi levado ao Instituto Médico-Legal, para fazer exame de corpo de delito e, então, ser levado ao prêmio da Papuda, onde cumprirá a pena.

Quando houve queda no valor de R $ 1,5 milhão para a renovação da margem de lucro de sua empresa.

Ele foi condenado em fevereiro pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) por crime contra o sistema financeiro nacional. No início do mês, o colegiado determinou o cumprimento imediato da pena, mas a ordem de prisão foi adiada após o governo, uma vez que o senador era candidato ao governo de Rondônia, por regra de conformidade do Código Eleitoral .

Passadas como eleições, uma remoção de Gurgacz para um julgamento penal voltou a ser adiada por ele ter sido internada em um hospital de Cascavel, no Paraná, para ser endogada por visitar parentes, devido a uma crise de ansiedade. A empresa tinha solicitado que a primeira fase fosse adiada enquanto durasse a internação, mas a refeição Alexandre de Moraes, do STF, rejeitou o pedido.

Moraes afirmou inexistente de que o início do progresso da pena é um risco de vida ou de saúde física ou psíquica do senador. O ministro acrescentou que o atestado médico foi reservado pela defesa da informação somente ao início do tratamento com remédios, com a antecedência prevista para o início da execução da pena.

O dinheiro, porém, não foi usado para embelezar empresas de luxo, como previsto no contrato, mas somente em parte para compra de veículos velhos reformados, com mais de 11 anos de uso, diz a denúncia. Cerca de R $ 510,00 as obras foram baixadas pelo próprio senador, sendo que as notas eram falsas para acobertar o desvio.

A experiência pela transferência do senador, que estava internado em Cascavel, foi do ministro Alexandre de Moraes.

(Agência Brasil)

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