Gurgacz entra com novo pedido no Supremo para evitar prisão

Senador Acir Gurgacz

A defesa do governo Acir Gurgacz (PDT-RO) entrou com um novo pedido de suspensão de uma ordem decretada contra o Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo uma assessoria de imprensa do parlamentar, há um sentimento de “indignação” contra uma condenação “absurda”. Caso não seja revogada, o processo de deliberação do Acir Gurgacz poderá ser preso em qualquer momento, após a condenação em regime de semi-emprego pela prática de crime contra o sistema financeiro nacional.

Mais cedo, o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, solicitou a Mesa do Senado Federal para suspender o mandato de prisão de Gurgacz. A defesa do governo, com o novo recurso, feito ao plenário do Supremo, pode ser capaz de reverter a pena de prisão e ser alvo do plenário do Supremo.

“A defesa do Estado de direito, que tem como principais medidas importantes a defesa do contraditório, com uma monocrática negativa de recursos e uma ordem antecipada de apoio contra o parlamentar”, informou, por meio de nota.

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Segundo os advogados, o processo de decorre de um acordo em 2003, reconhecido como regular e “totalmente pago ao banco”. “Para Gurgacz, está claro que quem está sendo condenado é o político – senador e candidato ao governo de Rondônia – e não o gestor do contrato, nem os três avalistas Foram penalizados “, diz uma nota.

O indeferir do pedido de liminar, Toffoli entendeu that the execution of the Gurgacz is condenated is should be confundida com prison of the processual, which should imed in the cases of parlamentares salvo in cases de flagrante.

Em primeiro lugar, uma primeira vez e seis meses em regime semiaberto pela prática do crime contra o sistema financeiro nacional.

No entanto, a nota não foi cumprida durante o período eleitoral, que impede a suspensão de candidatos e candidatos, excepto em relação aos dias próximos à votação. Gurcacz concorreu ao governo do estado de Rondônia no primeiro turno, mas não foi eleito. A proibição de prender ao longo do período de ontem (9) às 17h.

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