Estudantes doam cabelos ao hospital do câncer de Cascavel

Estudantes do 8º ano do Ensino Fundamental do Colégio Estadual Wilson Joffre, em Cascavel, Oeste do Paraná, entregaram nesta segunda-feira (22) doações ao Hospital do Câncer de Cascavel (Uopeccan). Serão tratados para confeccionar perucas para as pessoas que estão em tratamento de câncer. A doação foi feita por estudantes e comunidade escolar.

Estudantes do 8º ano do Ensino Fundamental do Colégio Estadual Wilson Joffre, em Cascavel, Oestra Paraná, entregam nesta segunda-feira (22) doações ao Hospital do Câncer de Cascavel (Uopeccan) (Foto: Divulgação SEED)

Essa foi uma terceira arrecadação feita pelos alunos do hospital. A primeira entrega, em 2016, contou com uma doação de 18 voltas. No ano passado 22 pessoas se voluntariaram para doar cortes de cabelo. O projeto “Doar Não Dói” é realizado na escola por seis alunos com a coordenação dos professores, equipe pedagógica e direção do colégio.

A conscientizar os alunos sobre a importância da doação e a sala de aula em um dia antes da coleta incentivam os colegas a doarem e convidarem a outros voluntários. Os interessados ​​em fazer uma doação de autorização escrita dos pais. A colégio tem parceria com cabeleireiros que fazem a coleta e finalizam os cortes de acordo com a vontade do doador. O processo é gratuito.

INICIATIVA –  Os cabelos arrecadados são doados para os que confeccionam como perucas. Maria Anthonia Castro Rodrigues, de 13 anos, que teve uma iniciativa de criar o grupo para arrecadar as doações. .

Segundo Maria Anthonia, que passou por um tratamento de câncer em 2012, uma ação que aumenta e aumenta a autoestima está sendo criada pelo tratamento. “Quando fiz o tratamento, eu perdi o cabelo. Por que eu tive uma ideia de fazer algo para ajudar e motivar as pessoas que estão passando pelo mesmo que eu passei ?, contou.

De acordo com a professora Ana Maria Agnoletto Coutinho, mãe da aluna Ana Gabriella, de 13 anos, que também ajudou a desenvolver o projeto, a iniciativa de fazer um curso com ênfase em educação e educação. “É um projeto importante que já faz parte da escola porque, além de ajudar as pessoas que estão fazendo o tratamento contra o câncer, estimula o desenvolvimento do saber, do senso crítico e do protagonismo nos estudantes”, disse.

“O projeto é importante porque mostra a sociedade que é um pouco menor para ajudar as pessoas que estão passando por momentos difíceis. Além de despertar nos alunos o sentimento de empatia pelo próximo, estamos fomentando o altruísmo e o protagonismo de estudantes que têm um papel diferente sobre a sociedade ”, disse uma professora de ciências, Luiza Elena Slongo, que coordena o projeto.

(Agência Estadual de Notícias)

 

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