Editorial: Críticas exageradas e falta de bom senso

Parte da imprensa e pessoas supostamente politizadas não dão trégua e mantêm um ritmo de críticas exageradas ao presidente Jair Bolsonaro neste primeiro semestre de governo. É bem verdade que Bolsonaro também tem exagerado, só que nas trapalhadas e indecisões, o que contribui para essa avalanche de críticas.

O cargo de presidente da República exige renúncias, e muitas, e tem coisas que o presidente ainda não conseguiu se desvencilhar. Isso não é fácil. Bolsonaro precisa entender que ele não é uma pessoa comum, como quer parecer. Ele ocupa o maior cargo público do país e, precisa sim, de todo um cuidado especial de segurança. Na campanha já sofreu um atentado.

Agora, o jeito brincalhão, muitas vezes exagerado e que resultam em palavras colocadas de forma incorretas, tem sido distorcido pela mídia que retrata a brincadeira como se o presidente estivesse falando sério. Bolsonaro também tem direito de fazer piadas, desde que não sejam ofensivas.

Ao brincar com crianças dizendo que elas entrariam no mercado de trabalho para pagar a aposentadoria dele e de pessoas na sua faixa etária, o presidente esboçou um ar de brincadeira, brincou com a situação, mas maldosamente foi incompreendido. Alguns disseram que ele não se porta como presidente, mas não é bem assim. É difícil ter que se recolher por conta de uma função pública, mas o lado bem humorado, às vezes exagerado de Bolsonaro, faz parte da sua personalidade.

 

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