Doadores de medula já são isentos de taxa de concursos em Cascavel desde 2017

Desde julho de 2017, uma lei proposta pelo vereador Parra (MDB) garante aos doadores de medula óssea a isenção na taxa de inscrição em concursos públicos da Prefeitura. É a Lei nº 6.729/2017, também conhecida como Lei Sarah/Poliana, aprovada na Câmara em 18 de abril daquele ano.

Com essa medida, Cascavel se adiantou um ano em relação ao Governo Federal, que só passou a ter uma lei semelhante, a de nº 13.659/2018, a partir de abril de 2018, que garante a isenção nos concursos federais. No município, pela proposta de Parra que virou lei, o doador precisa estar registrado nos hemocentros de Cascavel há pelo menos seis meses antes da data do concurso.

Segundo o vereador, o transplante de medula óssea pode beneficiar o tratamento de cerca de 80 doenças em diferentes estágios e faixas etárias. O fator que mais dificulta a realização do procedimento é a falta de doador compatível, já que as chances de o paciente encontrar um nessas condições são de uma em cada 100 mil pessoas.

Parra é o autor da lei Sarah/Poliana, que incentiva doação de medula com a isenção em taxa de inscrição em concursos Marcelino Duarte/CMC
Parra é o autor da lei Sarah/Poliana, que incentiva doação de medula com a isenção em taxa de inscrição em concursosMarcelino Duarte/CMC

“Quisemos criar um incentivo para que pessoas procurem os hemocentros e se cadastrem como doadores de medula óssea, pois é de conhecimento público a dificuldade destes órgãos em conseguir pessoas cadastradas e mais ainda em encontrar doadores compatíveis”, explica Parra.

Assessoria de Imprensa/CMC

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Luiz Carlos da Cruz

Jornalista desde 1998 com reportagens publicadas em grandes jornais do Brasil, como a Folha de S. Paulo e Gazeta do Povo. Teve passagens pelos jornais Gazeta do Paraná, O Paraná e Hoje, onde foi editor-chefe, além do portal CGN e Rádio Independência. Fundador dos jornais Boas Notícias e Boa Noite!

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