Bolsonaro visita o “Brasil”

Jornalista por formação, o prefeito interino de Cascavel, Alécio Espínola (PSC), esteve na manhã desta terça-feira (26) em Foz do Iguaçu para acompanhar a visita do presidente Jair Bolsonaro, que deu posso ao general Silva e Luna na presidência da Itaipu Binacional. A vertente jornalística do prefeito interino falou mais forte e em uma transmissão ao vivo pelo Facebook ele entrevistou o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli e foi logo questionando. “Dilvo, foi importante essa visita do presidente ao Brasil?” Como Bolsonaro parece viver no País das Maravilhas, não está errado afirmar que ele visitou o Brasil hoje. Veja a entrevista aqui.

Só elogios

O presidente da Coopavel não poupou elogios a Jair Messias Bolsonaro que garantiu a construção da segunda ponte entre Brasil e Paraguai. Para Dilvo, a ponte tem um significado muito grande porque ampliará o comércio bilateral e, com isso, abre a possibilidade também da expansão ferroviária.

Calmaria

Dez dias após a implantação do novo sistema viário com os ônibus transitando pela Avenida Brasil, a população aos poucos vai assimilando a ideia de mudanças que trouxeram transtornos inicialmente, mas aos poucos os ajustes vão acontecendo. Tem coisas que não tem como ajustar. Alguns usuários do transporte coletivo terão que caminhar três ou quatro quadras a mais para pegar um coletivo com a mudança de alguns pontos.

Antigos terminais

O antigo Terminal Leste será transformado em uma Estação da Cidadania, inclusive com aluns serviços da prefeitura no local. O local abrigará ainda academia, estação de bicicletas, parquinho, brinquedos para crianças e um quiosque. O prefeito Leonaldo Paranhos (PSC) já está preparando a licitação para adequar o espaço. Já no Terminal Oeste ainda não há uma definição. A ideia inicial era ter no local um minimercado municipal, mas o declínio do terreno pode tornar inviável. É possível que o local abrigue o futuro “Museu Rural”.

Articulados

Ainda sobre o transporte coletivo de Cascavel. O prefeito Leonaldo Paranhos defende a implantação de ônibus elétricos e um estudo para a volta dos articulados, que já circularam pela Capital do Oeste, ou Capital da Produção, como queiram. Isso só deve ocorrer após a nova licitação que irá definir as empresas que irão operar o sistema.

 

Tarifa e pressão

Após baixar a poeira dos gargalos do novo sistema, o prefeito terá um osso duro pela frente. Definir a nova tarifa e aguentar a pressão das empresas que fatalmente irão querer incluir os gastos com a aquisição dos novos veículos com portas do lado esquerdo, coisa que não está no contrato. Quem pagará a conta?

 

 

 

 

 

 

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