Bolsonaro defende união e anuncia nomes para eventual ministério

Bolsonaro mira no nordestino (Vladimir Platonow – Rio / Agência Bras)

Com um discurso conciliador, o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, reiterou hoje (11) os candidatos a uma motivação motivada por divergências e defendeu a união do país. Também comprometeu-se a cumprir a liberdade de imprensa e de não fazer a fuga de raça, o gênero e a orientação sexual.

Segundo correligionários, foram anunciados, durante uma reunião com os parlamentares do PSL e os apoiadores, os nomes para os ministérios da Fazenda, Defesa, Casa Civil, Ciência e Tecnologia, nenhum caso de vitória do candidato. Para uma reunião, o empresário Paulo Marinho afirmou que Bolsonaro confirmou a opinião sobre algumas massas, o caso é eleito segundo turno das eleições.

Marinho citou como exemplo o economista Paulo Guedes para o Ministério da Fazenda, general da reserva Heleno Augusto para uma Defesa, o deputado federal Onix Lorenzoni (DEM-RS) para a Casa Civil. À  Agência Brasil , o astronauta Marcos Pontes foi promovido pelo candidato ao Ministério de Ciência e Tecnologia.

Anteriormente, Bolsonaro (a) considerou que os ministérios da Agricultura e Ambiente em uma única massa e uma carga tarifária da ruralista.

Imprensa

Bolsonaro se reuniu com uma bancada do PSL, em um hotel na Barra da Tijuca e, em abril, foi barrado na imprensa. Em vários momentos, ele chamou os jornalistas de “amigos”.

“Pessoal da imprensa, por que não dizer ‘amigos’? As que são jovens são muito independentes e têm uma responsabilidade em tudo aquilo que escreve. Vamos garantir a liberdade de imprensa, não o negócio de controle social da mídia ”, disse o candidato.

Violência

Emissões de resultados de crianças de Bolsonaro prega a divisão no país, o ver em frente à união de todos os direitos e deveres às diferenças. “Nós acreditamos em todos no Brasil. Vamos unir o Brasil. Brancos e negros, homo e hétero, pais e filhos, nordestinos e sulistas, homens e mulheres, vamos unir o nosso Brasil e pacificá-lo.

Bolsonaro posing yet that, se eleito, adotará as medidas de fortalecimento das Forças Armadas e dos agentes de segurança como forma de garantir o cumprimento do dever e das leis. “Vamos valorizar as nossas Forças Armadas, que são lembradas em todos os momentos difíceis da Nação. O que é ser uma comigração, ter uma retaguarda juridique ao nosso programa? Vamos garantir o direito de defesa do cidadão de bem.

Na reunião com os apoiadores, o candidato a fazer um novo modelo de fazer política no país, caso seja eleito. “Uma hipótese é um ponto de inflexão na nefasta política do ‘toma-lá-dá-cá’, da política voltada para a causa ideológica. Vamos valorizar uma família brasileira, respeitar uma sala de aula, fazer negócios com o mundo todo, sem viés ideológico. Vamos jogar a segurança na segurança, para o povo possa ter paz.

(Agência Brasil)

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