Agendamento de mamografias será realizado no Terminal Oeste

Na próxima quinta-feira, 25, a LFCC (Legião Feminina de Combate ao Câncer) vai realizar mais uma ação alusiva ao Outubro Rosa. Em parceria com o Hospital Uopeccan, as legionárias estarão no Terminal Oeste, próximo à Rodoviária de Cascavel, das 7h30, às 13h30, agendando exames gratuitos de mamografia para mulheres a partir dos 40 anos.

A mamografia é uma radiografia feita em um aparelho específico chamado mamógrafo. Durante o exame, a mama é comprimida e as imagens captadas podem auxiliar na detecção de lesões iniciais e de possíveis tumores que não são perceptíveis no autoexame.

Para mulheres a partir dos 40 anos, recomenda-se que o exame de mamografia seja feito pelo menos uma vez por ano. Quando há casos de câncer de mama na família em parentes de primeiro grau, no entanto, recomenda-se que as mamografias sejam iniciadas 10 anos antes da idade que os familiares descobriram a doença. Em relação ao autoexame, este é indicado para mulheres em idade fértil e pós menopausa, pelo menos uma vez por mês.

CÂNCER DE MAMA
O câncer de mama é bastante comum: no Brasil, é o tipo de câncer que mais atinge as mulheres, de acordo com o INCA (Instituto Nacional do Câncer). Quando descoberto em fases iniciais, as chances de cura aumentam para até 95%, reforçando a necessidade das mulheres se cuidarem e estarem sempre em dia com os exames preventivos.

No Hospital Uopeccan, referência de atendimento para várias regionais, entre 1º de outubro de 2017 e 30 de setembro de 2018, pelo menos 830 mulheres estiveram em tratamento contra o câncer. Somam-se a esta estatística, 3 homens que também foram diagnosticados com a doença.

Assim como vários outros tipos de câncer, a doença que acomete as mamas não tem uma única causa, porém, existem alguns fatores de risco como o histórico familiar, a menarca precoce, menopausa tardia, ocorrência da primeira gravidez após os 30 anos e nuliparidade (não ter tido filhos). Nos homens, a doença é pouco frequente, porém, segundo o INCA, pode atingir até 1% dos pacientes diagnosticados com câncer de mama no país.

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