Médico infectologista orienta sobre ventilação dos ambientes para evitar propagação de vírus

Os vírus que circulam no ambiente, seja ela fechado ou aberto, são inúmeros. Isso está relacionado com a circulação de pessoas por todo o mundo.

A disponibilidade, até então, que grande parte das pessoas tinham como se deslocar facilmente, de uma cidade para outra ou até mesmo para outros países, fez com que partículas produzidas pelos seres humanos fossem espalhadas, principalmente quando a prática de etiqueta respiratória, por exemplo, não é praticada.

“Todas as doenças infecciosas que transmitem por via de gotículas, de transmissão respiratória (Influenza, Coronavírus) e até doenças bacterianas, como Tuberculose Hanseníase, sempre houve a recomendação de que para evitar a propagação dessas doenças os ambientes devem ter o máximo possível de ventilação”, destacou o médico infectologista do Centro de Doenças Infecto-Parasitárias da Secretaria de Saúde de Cascavel, Dr. Roberto Ferreira Oizumi.

Uma pessoa com problemas respiratórios que entra em um ambiente totalmente fechado acaba por deixar nesse espaço bactérias, gotículas ou vírus em suspensão no ar. Obviamente, um terceiro que adentrar nesse mesmo local terá uma chance maior de ser infectado.

“Essa é uma recomendação clássica que todos os profissionais de saúde sempre fizerem para doenças respiratórias: onde o agente infeccioso é transmitido através de gotículas, que os ambientes estejam sempre ventilados”, alerta Dr. Roberto.

Outro cuidado a ser observado, em especial por quem compartilha veículo (carro) ou utiliza o transporte público, é certificar que as janelas encontram-se em posições que permitam a circulação do ar externo. Veículos com ar condicionado devem estar com a higienização dos equipamentos em dia.

“Um carro, que é compartilhado com mais de uma pessoa, ambientes domésticos e mesmo nos serviços de saúde, onde pacientes com sintomas respiratórios são atendidos, o ideal é que esses ambientes sejam ventilados para evitar transmissão dessas doenças”, finalizou o infectologista.

(SECOM)

Maria Bonatto

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